A noite do dia 2 de agosto de 2025 testemunhou um desdobramento chocante e alarmante de um caso de violência doméstica na Avenida Rafael Sorpile, no Jardim Marissol, em Apucarana. Horas após fugir da polícia para uma área de mata, o agressor J.P.A.R., de 27 anos, retornou à residência onde já havia cometido agressões contra a companheira. Seu retorno resultou em uma nova e brutal agressão à vítima, G.C.S.S., de 32 anos, e na sua subsequente prisão pela equipe da ROTAM. A ocorrência, registrada sob o número 971009/2025, expõe a gravidade do ciclo de violência e a audácia de agressores que desafiam as autoridades.
O caso teve início mais cedo, no mesmo dia, quando a polícia foi acionada para atender a uma ocorrência de violência doméstica envolvendo o mesmo casal. Naquela ocasião, J.P.A.R. havia conseguido fugir após confrontar os policiais e adentrar uma área de mata. Contudo, em uma atitude de total desrespeito à lei e à segurança da vítima, o agressor decidiu retornar à residência.
A solicitante, a própria vítima, M.S.G. de 22 anos (que não é a vítima da violência doméstica, mas sim, uma vizinha), relatou que o autor da violência doméstica havia retornado ao local. Rapidamente, a equipe da ROTAM, que já estava mobilizada na região, conseguiu deter o indivíduo na própria residência, antes da chegada da equipe policial principal. Ao chegarem ao local, os policiais se depararam com um cenário de destruição: a casa estava completamente revirada, a porta de entrada havia sido quebrada, e a vítima, G.C.S.S., estava sentada na calçada, visivelmente ferida, com um hematoma no olho esquerdo e arranhões no pescoço.
Em seu depoimento, a vítima relatou que, após seu retorno, J.P.A.R. a atacou novamente, desferindo socos e chutes. Por outro lado, o agressor também apresentava arranhões em toda a face e pescoço, que, segundo ele, seriam provenientes das vias de fato que teve com a vítima, sugerindo uma tentativa de legítima defesa por parte dela ou uma luta pela sobrevivência.
A Sra. G.C.S.S. foi prontamente conduzida para o pronto atendimento da cidade. No entanto, devido à gravidade das lesões sofridas, que incluíam o hematoma no olho e os arranhões profundos, ela foi encaminhada ao Hospital da Providência para um atendimento mais especializado e detalhado.
Diante da flagrante situação de violência e das evidências das agressões, foi dada voz de prisão a J.P.A.R. Seus direitos constitucionais foram lidos, e ele foi encaminhado à delegacia de polícia para as devidas providências legais.
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