Em Lidianópolis, no Paraná, um agricultor registrou na manhã de 6 de março de 2026 uma invasão noturna em sua chácara na Vila Rural 2. Por volta das 10h35, a Polícia Militar atendeu a ocorrência de policiamento presença e ouviu a vítima, que relatou danos causados por porcos que teriam arrombado uma lona e devorado espigas de milho armazenadas na propriedade.
O agricultor mostrou aos policiais o local revirado, com sinais evidentes de ação animal: a lona rasgada e o milho espalhado. Segundo ele, um vizinho testemunhou os porcos – supostamente pertencentes a outro morador da região – circulando próximos a uma plantação de goiaba. A vítima não viu os animais diretamente, mas atribuiu o prejuízo ao proprietário vizinho, sem citar nomes inicialmente.
A equipe se deslocou até a residência do suposto dono dos porcos, que negou qualquer fuga dos animais. Ele demonstrou boa vontade, afirmando que, mesmo sem responsabilidade comprovada, arcaria com o custo da lona danificada. Para reforçar sua versão, exibiu um monte de espigas de milho secando em seu quintal, intocado.
Diante das divergências e falta de provas concretas, os policiais optaram por orientações preventivas. Recomendaram ao agricultor recolher os animais caso reapareçam e acionar a PM imediatamente para confrontar o proprietário, garantindo indenização pelos danos de bichos soltos. Não houve registro formal de boletim de ocorrência por furto ou dano, mas o caso expõe conflitos comuns no campo paranaense, onde animais vadios geram disputas entre produtores.
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