Em Apucarana, no norte do Paraná, uma apresentação musical conhecida como "Top Show", realizada no Cine Teatro Fênix, na Avenida Curitiba, no Centro, terminou em confusão generalizada na noite de sábado (14 de março de 2026). Por volta das 20h35, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência inicialmente classificada como "desinteligência", que envolveu um desacordo comercial entre organizadores e artistas contratados. O que começou como uma disputa por valores devidos escalou para agressões físicas, deixando ferimentos leves em pelo menos uma das partes envolvidas.
Tudo começou após o fim do evento. Segundo relatos colhidos pela equipe policial no local, o contratante, havia acertado com artistas, incluindo a senhorita vítima, a participação no show. A vítima contou aos policiais que foi contratada por R$ 150 por sessão, tendo atuado em duas sessões, mais R$ 100 pela distribuição de panfletos, totalizando R$ 400 devidos. Ao negar o pagamento nesse montante, o organizador teria desencadeado uma briga generalizada. Ela acusou uma organizadora de agredir várias pessoas presentes, embora os supostos agressores já tivessem deixado o local quando o boletim foi registrado.
Por outro lado, o senhor An. apresentou versão diferente. Ele afirmou que o acordo era de R$ 150 por dia de trabalho, e não por sessão, somados aos R$ 100 pela panfletagem. Segundo ele, a recusa em pagar o valor pretendido por Isau. gerou a confusão, na qual ele mesmo acabou agredido. A organizadora exibiu escoriações no nariz e arranhões na perna direita como prova das lesões sofridas. Ela negou ter iniciado as agressões e disse que as outras partes envolvidas já haviam dispersado, pois o evento estava encerrado.
Uma senhora possivelmente ligada à organização, confirmou o contexto inicial do desacordo comercial. A vítima chegou a propor um acordo para resolver a questão amigavelmente, mas não houve consenso sobre o pagamento. Diante do impasse, os policiais cadastraram as partes no boletim de ocorrência e as orientaram a procurar a Delegacia de Polícia Civil para registrar boletim formal, buscar medidas cabíveis e, se necessário, perícia médica para documentar as lesões.
Comentários: