Um achado macabro chocou a população de Arapongas na manhã desta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026. Durante serviços de limpeza rotineiros no lago do Parque dos Pássaros, uma funcionária da prefeitura avistou um saco plástico boiando na água. Ao se aproximar para verificar, ela descobriu, com horror, o corpo de um recém-nascido dentro do pacote. A servidora, que não teve o nome divulgado, imediatamente alertou colegas que trabalhavam nas proximidades, que ajudaram a chamar as autoridades.
Equipes especializadas mobilizaram-se rapidamente para o local. A Guarda Municipal de Arapongas isolou a área, enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) confirmou a morte do bebê. A Polícia Científica do Paraná recolheu o corpo para análise pericial, que deve determinar a idade gestacional da criança e as circunstâncias exatas do óbito. O Conselho Tutelar e a Delegacia da Mulher de Arapongas também compareceram, reforçando o atendimento multidisciplinar. O caso agora está sob investigação da Polícia Civil do Paraná, que apura possíveis crimes como abandono ou homicídio.
O parque, ponto de lazer popular na cidade do norte do Paraná, ficou movimentado por viaturas e profissionais de segurança. Frequentadores que passeavam pela manhã relataram espanto e tristeza. "É de partir o coração. Como alguém faz isso com um bebê?", desabafou uma moradora, que preferiu não se identificar. A comoção se espalhou pelas redes sociais e entre vizinhos, gerando debates sobre negligência infantil e a necessidade de maior vigilância em espaços públicos.
Autoridades pedem informações da população por meio do disque-denúncia ou na delegacia local. Exames necroscópicos são esperados para os próximos dias, podendo revelar pistas sobre a mãe ou responsáveis. O incidente reforça a importância de ações preventivas contra o abandono de recém-nascidos, um problema recorrente em diversas regiões do país.
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