O Flamengo conquistou o bicampeonato da Copinha Feminina de forma avassaladora, ao golear o Grêmio por 6 a 0 na final disputada na noite deste sábado (20), no icônico estádio do Pacaembu, em São Paulo. As Meninas da Gávea, como são conhecidas as jogadoras rubro-negras, demonstraram superioridade absoluta desde o apito inicial, consolidando uma vitória histórica e reforçando a tradição carioca no torneio.
O placar elástico reflete o domínio tático e técnico do time da Gávea. Os gols foram marcados por Kaylane Vieira, Brendha (que brilhou com um doblete), Anna Luiza, Ana Vidal (contra, do Grêmio) e Nina Garrit. Brendha, em especial, foi peça-chave no ataque, explorando falhas na defesa gaúcha e definindo jogadas com precisão cirúrgica. A goleada não só selou o título, mas também manteve uma escrita curiosa na competição: apenas equipes do Rio de Janeiro ergueram a taça até aqui.
Em 2023, o Flamengo já havia superado o Botafogo na decisão, garantindo o primeiro título. No ano seguinte, 2024, o Fluminense levou a melhor sobre o Internacional, perpetuando a supremacia fluminense e carioca. Com esse bicampeonato, o Rubro-Negro reafirma seu protagonismo no futebol feminino de base, inspirando novas gerações e fortalecendo o projeto das categorias de formação do clube.
A conquista chega em um momento de ascensão do futebol feminino no Brasil, com investimentos crescentes e maior visibilidade. O técnico do Flamengo elogiou a garra das atletas, destacando o trabalho coletivo e a preparação intensa para a final. Já o Grêmio, apesar da derrota, sai de cabeça erguida após uma campanha sólida ao longo do torneio.
A torcida rubro-negra lotou as arquibancadas do Pacaembu, celebrando o troféu com cantos e bandeiras. Esse resultado impulsiona o Flamengo rumo a novos desafios em 2026, enquanto o esporte segue ganhando espaço no calendário nacional.

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