Em Faxinal, no Paraná, um estelionato envolvendo a venda de um veículo Fiat Strada gerou prejuízo de mais de R$ 40 mil a vítimas locais. O caso foi registrado no destacamento da Polícia Militar na noite de 18 de fevereiro de 2026, às 18h41, na Rua Martha Bueno de Camargo, no Centro da cidade. Duas pessoas compareceram à unidade para relatar a fraude, que começou com uma negociação aparentemente legítima pelo aplicativo de vendas online.
Tudo começou quando os compradores avistaram o anúncio da picape, de propriedade de um vendedor local, por R$ 62 mil. Durante as tratativas, um terceiro – identificado apenas pelo número de telefone usado para contato – se intrometeu como intermediário. Ele orientou o pagamento via TED no valor de R$ 35.900 e via Pix de R$ 5 mil, totalizando R$ 40.900 transferidos. Um dos compradores assinou o recibo de transferência e reconheceu firma, mas o vendedor, ao não ver o dinheiro cair em sua conta bancária, recusou a entrega do veículo.
Os golpistas exploraram a confiança das partes, prometendo agilidade nas transações digitais. O vendedor, identificado como [nome censurado no registro], foi instruído pelo Banco do Brasil a aguardar uma auditoria nas contas envolvidas, com retorno futuro sobre o desfecho. Os compradores, agora lesados, buscaram ajuda policial imediatamente após perceberem a armadilha. A PM registrou o boletim de ocorrência por estelionato, iniciando investigações para rastrear o fraudador pelo número de telefone e movimentações bancárias.
Casos como esse destacam os riscos das negociações online, especialmente com pagamentos adiantados via Pix ou TED sem verificação presencial. Especialistas em segurança cibernética recomendam sempre conferir a identidade do vendedor, evitar intermediários desconhecidos e realizar transferências apenas após inspeção do bem. Em Faxinal, a polícia alerta a população para redobrar cuidados em vendas de veículos usados, comuns na região agrícola.
A investigação prossegue, com foco em bloquear as contas receptoras e identificar o criminoso. Vítimas foram orientadas a prestar queixa formal na delegacia e monitorar atualizações bancárias.
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