Na manhã do dia 3 de abril de 2026, a Polícia Militar de Apucarana, no Paraná, foi acionada pela Central de Operações para atender uma ocorrência de ameaça e violação de domicílio na Rua Belo Horizonte, no Jardim Ponta Grossa.
No local, os policiais encontraram o suspeito, um homem de 55 anos identificado pelas iniciais A. I. P., dormindo no interior do imóvel. A solicitante, M. B. S., 56 anos, informou aos agentes que reside no endereço há aproximadamente um mês e que seu ex-companheiro costuma frequentar a residência. Nesta data, porém, ele teria proferido ameaças de atear fogo na casa.
Após ser acordado pela equipe policial, o autor apresentou versão diferente dos fatos: afirmou que estava no imóvel a convite da própria solicitante, que o teria chamado por telefone. Ele também relatou não ter encontrado seu celular na residência e que sua motocicleta estava estacionada na garagem do local.
O suspeito demonstrou disposição para deixar o imóvel voluntariamente. No entanto, a vítima decidiu representar criminalmente pelas ameaças sofridas. Diante da situação, ambos foram encaminhados à 17ª Subdivisão Policial de Apucarana para as providências legais cabíveis.
O caso levanta atenção para situações de violência doméstica em que versões conflitantes entre vítima e agressor dificultam a apuração imediata dos fatos pelas autoridades.
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