Em Borrazópolis, no norte do Paraná, a Polícia Militar prendeu na noite de 14 de março de 2026 um homem que agrediu o proprietário de um bar na Praça da República, no centro da cidade. O registro da ocorrência aconteceu às 21h54, após chamado via Copom por perturbação do trabalho ou sossego alheio. O suspeito, que apresentava sinais de embriaguez, furtou um celular, recusou-se a pagar uma conta de R$ 12 e ameaçou o comerciante com uma suposta espingarda calibre 12.
Tudo começou quando o indivíduo chegou ao estabelecimento horas antes, consumiu produtos no valor de R$ 12 e pediu para carregar seu celular no balcão, prometendo pagamento via Pix. Aproveitando um descuido da vítima, ele pegou o aparelho e fugiu sem quitar a conta. Ao retornar mais tarde, alegou ter pago, mas o dono negou. Irritado, o agressor saiu proferindo ameaças, injúrias e chamando o comerciante para fora, simulando estar armado e prometendo voltar com reforços para "resolver a situação".
Ao confrontar o suspeito do lado de fora, o proprietário foi agredido com socos no rosto, sofrendo lesões leves e a quebra dos óculos. Ele acionou a PM, que avistou o homem com as características descritas. Ao notar a viatura, o indivíduo tentou fugir correndo em direção à saída da cidade. Os policiais iniciaram acompanhamento, deram voz de abordagem e ordenaram que parasse e levantasse as mãos para busca pessoal. Ele desobedeceu repetidamente, exigindo controle físico para contenção – sem localizar objetos ilícitos.
A vítima confirmou os fatos no local. Diante da desobediência, ameaças e agressão, os PMs deram voz de prisão, informando direitos constitucionais. O preso reagiu com resistência passiva, xingando os agentes e recusando-se a seguir, o que justificou o uso de algemas. Devido à embriaguez, foi preciso controle de contato mais de uma vez.
Suspeito e vítima foram levados ao destacamento da PM em Borrazópolis para boletim de ocorrência, depois ao Hospital Municipal para laudo de lesões corporais. Por fim, apresentados à 53ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Faxinal para procedimentos legais. O caso destaca a rapidez da resposta policial em perturbações noturnas em áreas centrais.
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