Em Ivaiporã, no norte do Paraná, a Polícia Militar registrou na noite de 1º de março de 2026 uma cena de violência doméstica em um estabelecimento comercial na Rua Três Marias, no Centro. Por volta das 19h16, a equipe foi acionada pelo Copom após clientes denunciarem que um homem agredia uma mulher no local.
Ao chegar, os policiais presenciaram o agressor desferir um tapa e um empurrão na vítima, fazendo-a cair ao chão. O homem, em visível estado de embriaguez, foi abordado em flagrante e algemado para evitar novas agressões. A mulher confirmou convívio de cerca de oito meses com o suspeito, mas não soube explicar o motivo da briga – ela também apresentava sinais de intoxicação alcoólica, como fala desconexa, desordem nas vestes e forte odor etílico.
O agressor foi preso e informado de seus direitos constitucionais. Para transporte seguro, outra viatura foi acionada, separando as partes. No entanto, durante o deslocamento, a vítima, solta no banco traseiro, mudou de comportamento: começou a xingar os policiais, gritar e ameaçá-los diretamente, dizendo que "sabia quem eram" e que "cobriria a situação".
Diante da desobediência às ordens para mudar ao compartimento de presos, os PMs iniciaram o controle de contato. A mulher reagiu com tapas e empurrões, exigindo técnicas de contenção previstas no manual da PMPR para alocá-la com segurança. Na sede da 6ª Companhia Independente, ela continuou alterada, justificando novas algemas pelo risco de fuga e agressão.
Após a lavratura do boletim, ambos foram levados à UPA de Ivaiporã para laudo de integridade física e apresentados na 54ª Delegacia para medidas judiciais.
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