Em um caso que expõe a vulnerabilidade dos idosos a fraudes digitais, um senhor residente em Rio Branco do Ivai, no Paraná, registrou boletim de ocorrência na noite de 14 de março de 2026, por volta das 19h12. O atendimento policial foi acionado na Avenida Rio Branco, no centro da cidade, para investigar um estelionato ocorrido via telefone. Segundo o relato da vítima, o golpista se passou por seu advogado, manipulando a confiança do idoso para obter informações sensíveis e valores financeiros.
De acordo com os detalhes registrados, o criminoso utilizou números de celular para contatar a vítima, fingindo urgência em um suposto processo judicial. Enganado pela impostura, o senhor efetuou uma transferência via Pix no valor de R$ 1.800,00 para uma chave aleatória fornecida pelo fraudador. Além do prejuízo imediato, o idoso ainda repassou dados bancários completos, o que pode expor sua conta a novos riscos, como saques indevidos ou clonagem de cartões.
A equipe policial colheu o depoimento e orientou a vítima sobre os próximos passos, incluindo o bloqueio imediato da chave Pix e o registro no Banco Central para contestar a transação. Autoridades locais alertam que golpes dessa natureza crescem com o uso de aplicativos de mensagens e chamadas de voz, explorando o desespero ou a boa-fé das pessoas. Especialistas em cibersegurança recomendam verificar sempre a identidade de contatos profissionais por canais oficiais e nunca compartilhar senhas ou dados sem confirmação presencial.
Este incidente reforça a necessidade de campanhas educativas em comunidades pequenas como Rio Branco do Ivai, onde o acesso a informações sobre fraudes ainda é limitado. A Polícia Civil investiga o caso, rastreando os números usados no golpe, mas não há informações sobre a identificação do autor até o momento. Vítimas de estelionato são incentivadas a denunciar imediatamente para minimizar danos.
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