A Itália, tetracampeã mundial e uma das maiores potências do futebol, foi oficialmente eliminada da Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Canadá, México e Estados Unidos. A decisão ocorreu na noite desta terça-feira (31), no estádio Bilino Polje, em Zenica, quando a Squadra Azzurra empatou por 1 a 1 com a Bósnia na partida decisiva pelas eliminatórias europeias, mas acabou derrotada nos pênaltis por 4 a 1. O resultado amargo marca a terceira ausência consecutiva da Itália em Mundiais, repetindo as decepções de 2018 e 2022, e gera comoção entre torcedores e analistas que questionam a fase de reconstrução da seleção.
A Bósnia, por sua vez, celebrou uma histórica classificação para o Grupo B da competição, onde enfrentará Canadá, Catar e Suíça. O triunfo sobre os italianos, em um jogo marcado por tensão e defesas decisivas do goleiro bósnio, representa o maior feito da seleção dos Bálcãs em sua história recente, impulsionando o orgulho nacional em um país ainda marcado por divisões étnicas.
O dia foi de euforia para outras três seleções europeias, que também carimbaram seus passaportes para o Mundial. A Suécia superou a Polônia por 3 a 2 em um duelo eletrizante, garantindo vaga no Grupo F ao lado de Holanda, Japão e Tunísia. Os suecos, liderados por um ataque inspirado, revertem uma campanha irregular e voltam a sonhar com glórias internacionais.
Não ficou atrás a Turquia, que venceu o Kosovo por 1 a 0, com gol solitário de Aktürkoglu, e se juntará aos Estados Unidos, Austrália e Paraguai no Grupo D. A vitória magra, mas eficiente, destaca a solidez defensiva turca e abre portas para uma campanha surpreendente no torneio tripartite.
Fechando as classificações europeias da noite, a República Tcheca eliminou a Dinamarca nos pênaltis por 3 a 1, após empate no tempo normal, e integra o Grupo A com México, África do Sul e Coreia do Sul. O triunfo nos pênaltis reforça a tradição tcheca em disputas acirradas e promete emoções no México, um dos centros do evento.
Essas classificações agitam as eliminatórias europeias, com a Copa do Mundo 2026 ganhando contornos mais definidos. A ausência italiana, porém, domina as manchetes, reacendendo debates sobre o futuro da Azzurra.
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