Em Ivaiporã, no norte do Paraná, a Polícia Militar foi acionada na noite de 6 de abril de 2026, por volta das 21h34, para uma ocorrência de policiamento presença na Avenida Aparício Cardoso Bitencourt, no Jardim Ouro Preto. A equipe atendeu um chamado via COPOM referente a um desentendimento familiar: uma mãe relatou problemas com o filho, que estaria sob efeito de entorpecentes.
No local, a senhora mãe do jovem, confirmou o uso contínuo de substâncias psicoativas pelo filho. Questionada sobre ameaças, agressões físicas ou qualquer violência na data, ela negou veementemente. Informou que o rapaz dormia na residência no momento da chegada dos policiais. A solicitante manifestou não ter interesse em que o filho saísse de casa ou em registrar queixa formal contra ele naquele instante.
Em vez de medidas punitivas, a mãe expressou preocupação com a dependência química do filho e desejo de que ele fosse encaminhado para tratamento em uma instituição de saúde especializada. Diante disso, os policiais optaram por uma abordagem orientadora. Explicaram à família os procedimentos junto a órgãos de saúde e assistência social, responsáveis por avaliações e encaminhamentos para reabilitação em casos de uso de drogas.
A PM esclareceu ainda que, em situações futuras de risco iminente — como ameaças ou agressões —, a corporação pode ser acionada novamente para intervenções legais. Como não houve constatação de crime penal no momento e sem pedido de representação por parte da mãe, a equipe lavrou apenas o boletim de ocorrência para fins de registro e documentação.
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