Em Apucarana, no norte do Paraná, um caso de lesão corporal culposa na direção de veículo automotor chocou moradores do Jardim Diamantinha na noite de 1º de abril de 2026. Por volta das 21h34, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência na Avenida Central do Paraná, onde um jovem de 18 anos, identificado como A. S. M. S., foi vítima de agressão física ligada a um relacionamento amoroso proibido.
Segundo relatos da irmã da vítima, Sra. B. S. M. S., de 32 anos, o rapaz mantinha namoro com uma adolescente cuja família não aprovava a relação. Houve inclusive agressão anterior por parte da mãe da jovem. Naquela noite, A. S. M. S. pedalava de bicicleta quando uma motocicleta colidiu de forma culposa contra o pneu traseiro de seu veículo, fazendo-o cair. O pé do jovem ficou preso na roda, deixando-o vulnerável no chão.
Nesse momento, o condutor da moto, identificado posteriormente como Sr. A. P. S., padrasto da adolescente, desferiu chutes violentos na região das costelas da vítima. Durante o ataque, o agressor gritou: “Se falar com a filha dele novamente, você vai se ver comigo”, revelando o caráter passional do crime. Após a agressão, o autor fugiu do local, mas foi devidamente identificado pela PM, com endereço e telefone em mãos.
A vítima, com ferimentos nos dois pés e fortes dores nas costelas, foi socorrida pela irmã, que a levou para atendimento médico. No local, os policiais orientaram a vítima e a solicitante sobre as medidas legais cabíveis, como registro de boletim de ocorrência e possível representação criminal. O caso destaca tensões familiares em relacionamentos envolvendo menores e reforça a importância de intervenção policial rápida em situações de violência doméstica ou passional.
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