Em Apucarana, no norte do Paraná, um incidente envolvendo um cão da raça pitbull chamou a atenção da Polícia Militar na noite de 20 de fevereiro de 2026. Por volta das 18h45, a equipe foi acionada para a Rua Tereza Barreto Zanela, no bairro Jardim Santiago II, devido a uma denúncia de omissão de cautela na guarda de animais.
A vítima, identificada como I. G. F., de 18 anos, relatou que o pitbull, que estava solto na via pública, atacou seu cão de estimação através das grades de sua residência. O ataque causou ferimentos graves na face e na mandíbula do animal da noticiante, deixando-a em estado delicado. Ao chegar ao local, os policiais encontraram o agressor amarrado a uma árvore, sem demonstrar sinais de agressividade no momento.
Questionados sobre o proprietário do pitbull, moradores e transeuntes não souberam informar a identidade do responsável. Ninguém relatou ataques a pessoas, o que evitou medidas mais drásticas imediatas. I. G. F. mencionou ter tentado contato com uma ONG de proteção animal, mas não obteve resposta.
A Central de Operações da PM consultou o Canil Municipal, que informou não poder recolher o animal. Segundo o servidor, o procedimento só é realizado em casos de maus-tratos ou situações específicas, e como o cão tem dono identificado e não apresentava abandono, a ação não se enquadrava nos critérios.
Diante disso, a vítima foi orientada sobre as medidas legais cabíveis, como registro de queixa formal ou ações judiciais por danos. Ela optou por prosseguir posteriormente, e os policiais lavraram o Boletim de Ocorrência Unificado (BOU) para fins de registro oficial. O caso destaca a importância da guarda responsável de animais potencialmente perigosos, especialmente raças como o pitbull, que exigem contenção adequada para evitar riscos à comunidade.
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