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Domingo, 19 de Abril de 2026
Polícia Civil apreende vapes em Arapuã e conduz dono de comércio à delegacia

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Polícia Civil apreende vapes em Arapuã e conduz dono de comércio à delegacia

Fiscalização atende denúncias anônimas e reforça proibição da Anvisa contra venda de cigarros eletrônicos no Vale do Ivaí

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Em uma operação rápida e precisa, a Polícia Civil de Ivaiporã realizou na quinta-feira (12) a apreensão de seis cigarros eletrônicos, popularmente conhecidos como vapes, em um comércio no município de Arapuã, localizado no Vale do Ivaí, no Paraná. A ação foi desencadeada por denúncias anônimas recebidas pelo setor de investigação da 54ª Delegacia Regional de Polícia, que alertavam para a irregular venda desses dispositivos em um estabelecimento local.

Os agentes se dirigiram imediatamente ao local indicado pelas informações. Ao chegarem, foram recebidos pelo proprietário do comércio, que não escondeu a surpresa com a visita policial. Durante a minuciosa fiscalização no interior da loja, os policiais descobriram uma caixa escondida atrás do balcão, contendo quatro embalagens fechadas da marca Ignite, prontas para comercialização. Além disso, encontraram mais dois aparelhos: um em posse direta do responsável pelo negócio e outro guardado em uma gaveta do balcão. No total, seis unidades foram confiscadas como evidência da prática ilegal.

O dono do estabelecimento, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi conduzido à Delegacia de Polícia de Ivaiporã para prestar esclarecimentos e responder às providências legais cabíveis. A ocorrência destaca a vigilância das autoridades contra o comércio clandestino de vapes, que tem crescido em diversas regiões do país apesar das restrições.

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A comercialização, importação, propaganda e uso de cigarros eletrônicos são expressamente proibidos no Brasil desde 2009, por decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A norma visa proteger a saúde pública, uma vez que esses produtos liberam substâncias químicas potencialmente tóxicas, como nicotina e flavorizantes artificiais, que podem causar dependência e danos respiratórios graves, especialmente entre jovens. A resolução da Anvisa, reforçada em 2024, impõe multas pesadas e até cassação de alvarás para infratores, mas o mercado paralelo persiste via importações irregulares e vendas online ou em pontos comerciais disfarçados.

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