Em uma ocorrência marcada por tensão familiar e desobediência policial, a Polícia Militar de Rio Branco do Ivaí, no Paraná, precisou usar equipamento de eletrochoque (taser) para conter um homem alterado por álcool na noite de 28 de fevereiro de 2026. O registro do boletim de ocorrência foi feito às 22h41, na Rua Principal, no bairro Porto Espanhol.
Tudo começou com um chamado via Copom para uma situação de ameaça. Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos pela sogra da suposta vítima, que relatou o histórico de problemas com o genro. Segundo ela, o homem saiu para beber e retornou completamente embriagado, gritando e semeando pânico na propriedade. "É algo rotineiro, a família não aguenta mais", desabafou a senhora, que expressou medo de que ele agredisse a filha.
Indagada sobre a filha, a solicitante informou que ela estava dormindo, após ingerir remédios controlados para ansiedade e insônia, e que nenhuma agressão física havia ocorrido naquela noite. Os policiais orientavam a mulher sobre medidas protetivas quando o genro reapareceu. Imediatamente, ele começou a gritar e xingar a equipe, desrespeitando as ordens policiais.
Diante da recusa em obedecer à voz de abordagem, veio a voz de prisão por desobediência. O homem, ainda alterado e não colaborativo, avançou contra os policiais, gerando risco iminente à equipe, a terceiros e até a si próprio. Para evitar escalada violenta, os agentes acionaram o taser, neutralizando a ameaça sem maiores incidentes.
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