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Sabado, 17 de Janeiro de 2026
Sogra agride nora após fim de relacionamento em Apucarana

Policial

Sogra agride nora após fim de relacionamento em Apucarana

Vítima de 25 anos sofre lesões em briga familiar com tapas, puxões de cabelo e empurrão do ex-companheiro

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Em uma noite marcada por tensões familiares, a Polícia Militar de Apucarana, no norte do Paraná, registrou na última sexta-feira (4 de janeiro de 2026) uma ocorrência de lesão corporal decorrente de violência doméstica e familiar. O caso aconteceu por volta das 22h41, na Rua Santo André, no Núcleo Habitacional Dom Romeu Alberti. A vítima, uma mulher de 25 anos identificada como F. C. D. G., foi agredida pela sogra, Sra. M. D. G., após uma discussão originada pelo término de seu relacionamento com o filho da agressora, T. F. G. I., de 23 anos.

Tudo começou quando F. C. D. G. conversou com o ex-companheiro e ambos decidiram encerrar o namoro. Ele então deixou a residência e foi para a casa da mãe. Minutos depois, a vítima enviou uma mensagem à sogra, que chegou ao local furiosa, batendo intensamente no portão. Ao abrir a porta, F. C. D. G. levou um tapa no peito, resultando em um arranhão no pescoço. A sogra invadiu o quintal e a casa, iniciando uma discussão acalorada.

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima pediu que a agressora parasse e ameaçou chamar a polícia. Nesse momento, M. D. G. puxou os cabelos da nora e deu um tapa em sua mão, derrubando o celular no chão. O ex-namorado, T. F. G. I., retornou ao local e pediu o aparelho da mãe, mas a briga continuou. F. C. D. G. insistiu para que ambos saíssem, o que provocou nova reação: a sogra a puxou pelos cabelos novamente e tentou pegar uma panela para agredi-la.

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Desesperada, a vítima empurrou a sogra para se defender. Foi aí que T. F. G. I. interveio, empurrando a ex-companheira com força, fazendo-a cair e bater a cabeça na parede. O marido da sogra, Sr. G. I., que estava presente tentando acalmar a situação, conseguiu retirar a esposa do local. Eles fugiram com o filho, tomando rumo ignorado, e não foram encontrados pela equipe policial.

A PM orientou a vítima sobre os procedimentos legais, como medida protetiva de urgência e registro de boletim de ocorrência. Casos como esse destacam a importância de denunciar violências domésticas, que muitas vezes escalam de discussões familiares para agressões físicas. A Lei Maria da Penha prevê punições severas para autores de violência contra a mulher, incluindo prisão preventiva.

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