• Édi Willian Moreira dos Santos

Dois são presos em Grandes Rios com agrotóxicos contrabandeados do Paraguai



Uma investigação que estava sendo realizada pela Polícia Civil de Faxinal há mais de 6 meses, terminou na prisão de duas pessoas acusadas de comercializar agrotóxicos contrabandeados do Paraguai.

Nessa segunda-feira (18), a Polícia Civil recebeu informações que João Carlos da Silva, o conhecido "Zoinho”, de Faxinal, que é um dos investigados, estava se deslocando para a cidade de Rio Branco do Ivaí, com uma caminhonete Toyota Hilux, prata, onde estaria transportando os agrotóxicos.

Na Rodovia entre Grandes Rios e Rio Branco do Ivaí, foi localizado o veículo, com agrotóxico foi interceptado com uma carga avaliada em 50 mil reais de agrotóxico. Segundo informações, Zoinho teria confessado que iria vender os produtos para o Fazendeiro Leandro Arrigo, que tem propriedade na zona rural de Grandes Rios.

Os policiais seguiram até a propriedade rural de Arrigo, onde o fazendeiro aguardava na entrada da propriedade com o dinheiro para pagar o agrotóxico. A polícia então abordou Arrigo, com quem foi apreendido um revólver calibre 38.

Após a prisão, Zoinho e Arrigo foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil e depois para a Polícia Federal em Londrina. Informações dã conta que o vendedor Zoinho teria citado em depoimento o nome de vários fazendeiros e produtores rurais que compravam o agrotóxico e deverão ser chamados para depor.

Para ser vendido legalmente, um defensivo agrícola precisa passar por testes e ser registrado em três ministérios: Agricultura, Saúde e Meio Ambiente. Isso não acontece com o produto contrabandeado. Segundo a Anvisa, é preciso verificar se esses agrotóxicos produzem desde uma simples reação alérgica, uma simples reação ocular até efeitos mais graves que podem perdurar anos e aparecer.

Informações: Berimbau


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