• Édi Willian Moreira dos Santos

Escola de Cambé faz apologia a aborto, nazismo e suicídio em trabalho de artes


Um trabalho de artes realizado no Colégio Estadual Dom Geraldo, em Cambé, acabou trazendo mais polêmica nos recentes assuntos que dominaram televisão e redes sociais, depois da polêmica do Queermuseu, do MAM, da novela global "A força do querer" e na semana que a criadora da ideologia de gênero, Judith Bluter vem ao Brasil.

Segundo os alunos que realizaram o trabalho, o objetivo do trabalho era demonstrar a realidade na época do Hittler. Porém quem viu a exposição teve outra percepção, na feira podia se encontrar bonecos realizando aborto e mostrando para os alunos os objetos que poderia ser usado para realizar o procedimento, também pode ser visto bonecos enforcados, bandeiras nazistas e um trabalho onde uma bíblia foi rasgada e colada em uma caixa, sobre as partes da bíblia foram coladas trecho de reportagens onde padres eram acusados de pedofilia.

O Senador Magno Malta (PR/ES), que é presidente da comissão de combate a maus tratos a criança, entrou em contato com o Ministério Público do Paraná e irá pedir explicações para professores e para a diretoria da escola na próxima segunda-feira.

Nessa semana o estado do Paraná foi o primeiro estado do Brasil a entrar com o projeto de lei, Escola Sem Partido, que obriga as escolas a colocar um cartaz informando aos alunos que eles tem direito a opinião sem ser discriminado por tal. O projeto é tido como muito polêmico, pois segundo os professores e os grupos de esquerda, iriam calar a voz dos professores. Já os idealizadores do projeto, diz que o projeto tem como objetivo combater a doutrinação dos professores perante os alunos.


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