• Édi Willian Moreira dos Santos

Homem é detido após furtar mercado para comprar drogas em Ivaiporã


A polícia militar deteve algumas pessoas após o registro de um furto na cidade de Ivaiporã na tarde desta quarta-feira (12).


O funcionário de um supermercado, informou que no referido estabelecimento uma pessoa já conhecida no meio policial chamado I havia subtraído um jogo de faqueiro e se evadindo tomando rumo ignorado. A equipe em posse das informações iniciou patrulhamento e localizou I na Rua Clevelândia, no bairro monte castelo, assim que o mesmo visualizou a equipe, tentou se esconder em frente a um veículo, porém foi abordado e localizado com o mesmo uma pedra análoga à craque e R$5,00 (cinco reais). Quando questionado sobre o furto, I disse que vendeu em um brechó em frente ao bar, por R$ 20,00 (vinte reais) com a qual comprou a pedra de entorpecente na casa de, esta que já é bem conhecida no meio policial e por diversas denúncias pela prática de tráfico de entorpecentes, principalmente o crack.


A equipe deslocou e fez contato com uma senhora, que relatou que I havia pedido para que ela guardasse o objeto que mais tarde passaria buscar, disse que as pessoas pedem para guardar objetos em sua loja, tendo em vista que o referido bar é ponto de vários ônibus de diferentes cidades. No entanto a senhora disse que apenas guardou e que não pagou pelo produto. I quando questionado se estava sozinho, ele disse que foi ao referido mercado com uma pessoa com o apelido de índio e que o mesmo o estaria esperando na rodoviária para fazer uso do entorpecente que teria comprado.


A equipe então abordou a pessoa mencionada e identificou como sendo J. Com tudo, J disse que foi hoje no referido local, porém só comprou alguns produtos e que não participou de nenhum furto. Relato, ainda, que a equipe procurou no referido supermercado pelo solicitante, porém os funcionários disseram que não havia funcionário com esse nome. Foi então que a equipe entrou em contato com o rádio operador, relatou a situação e o mesmo fez contato com o número do solicitante, no entanto, o mesmo disse que não foi ele que solicitou.


Dando a entender então, que o solicitante pode ser um possível cliente que viu a situação e ligou informando, e como não quis se identificar passou o referido nome de dizendo que era funcionário do estabelecimento. Diante do fato, foi então encaminhado, I, J e M para 54° drp para procedimentos pertinentes.

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