• Édi Willian Moreira dos Santos

Homem embriagado bebe, não paga e ainda tenta acusar proprietário do bar em Borrazópolis


Um homem entrou em um bar, bebeu, não pagou e ainda fez cena para acusar o dono do bar em Borrazópolis.


O fato aconteceu na Avenida Rio Grande do Sul, onde o proprietário do referido estabelecimento relatou que um homem, chegou no local por volta da 20h30min e começou a jogar sinuca com uma outra pessoa e consumir cervejas, no total de R$29,00. Que por volta das 22h28min, ao que o proprietário avisou que iria fechar o estabelecimento, o referido homem chamou seu companheiro que estava jogando para o lado de fora, e ofereceu um celular para que este pagasse a divida, quando o mesmo recusou o objeto.


Que neste momento o individuo entrou novamente no estabelecimento, rasgou sua própria camisa e a jogou no chão junto com o referido telefone, ao mesmo tempo em que gritava que não pagaria a dívida e que o solicitante teria rasgado sua roupa e quebrado seu telefone e que pagariam por isto, vindo a tentar agredir o proprietário do bar, que correu para dentro do balcão, onde o individuo ainda o insultava, chamando de aleijado, ainda tentou agredir o outro envolvido com um soco e logo em seguida ameaçar dizendo que sabia onde ambos moravam e que iria pegar os dois ainda essa noite.


Com a chegada da equipe, o autor das ameaças estava bastante alterado e atirou novamente os objetos ao chão. Foi dado voz de abordagem diversas vezes ao mesmo, que se recusava e dizia que não coloca a mão na cabeça, que não respeita policiais de merda e que não havia homem para fazê-lo colocar as mãos na cabeça. Que após varias tentativas de verbalização, o mesmo começou a gritar para que a equipe atirasse contra ele, momento em que recebeu voz de prisão, começou agredir a equipe com socos e chutes, sendo necessário o uso de força física para conte-lo.


Ao ser colocado no compartimento de presos, este ameaçou a equipe policial, dizendo que isso não ficaria assim, que pegaria os dois policiais de merda e acabaria com a suas vidas. O detido a todo momento gritava que tem dinheiro e que pagaria quantos advogados fosse preciso e processaria a equipe. Posteriormente todas as partes foram encaminhadas até a 53ª DRP de Faxinal, para as providências cabíveis ao caso.

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