• Édi Willian Moreira dos Santos

Lava Jato tem 22ª fase deflagrada



A Operação Lava Jato entra em sua 22.ª fase nesta quarta-feira (27), chamada de Triplo X, a nova fase da operação vai apurar os crimes de corrupção, fraude, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

A fase tem como foco a empresa offshore (como são abertas as empresas abertas em paraísos fiscais para sonegar impostos no país de origem) Murray, sediada no Panamá, que detém a propriedade de um triplex no condomínio onde a construtora OAS reservou um triplex para a família Lula, no Guarujá.

De acordo com informações da PF, cerca de 80 agentes cumprem 15 mandados de busca e apreensão, 6 mandados de prisão temporária e 2 mandados de condução coercitiva (quando as pessoas são levadas a delegacia para prestar esclarecimentos e logo depois liberadas) nas cidades de São Paulo (SP), Santo André (SP), São Bernardo do Campo (SP) e Joaçaba (SC).

As invetigações também tenta descobrir ocultação de patrimônio através de empresas offshore que seriam utilizadas para o pagamento de propina de empresas que estão ligadas a Lava Jato.

Segundo os primeiros levantementos, a empreiteira OAS, pagou por reformas feitas em 2014 no triplex reservado à família de Lula, isso levantou a dúvida se esse seria dinheiro de propina onde o pagamento passado, seria na prestação do serviço de reforma do apartamento da família.

Outra empresa investigada na operação Triplo X, é a Bancoop, onde Lula e sua mulher Marisa Letícia, teriam comprado em 2005 uma cota de participação da empresa, que veio a ser quitada em 2010. O empreedimento foi assumido pela construtora OAS, que terminou a construção do edifício.

Outro ponto da investigação destaca, que ao disputar a reeleição em 2006, Lula teria informado à Justiça Eleitoral ter pago à Bancoop R$ 47.695,38 pelo apartamento, mas corretores locais avaliam o imóvel em cerca de R$1,5 milhão.


0 visualização
  • Instagram
  • Facebook Social Icon
  • YouTube Social  Icon