Uma situação de evasão hospitalar foi registrada nesta sexta-feira (03/05/2026) no Hospital Materno Infantil, conhecido como Hospital da Providência, em Apucarana, Paraná. Uma mãe, retirou sua filha de 7 anos, das dependências da unidade de saúde sem a devida alta médica e contra a orientação dos profissionais de saúde. O incidente mobilizou a Polícia Militar e o Conselho Tutelar.
A equipe policial foi acionada via central para atender à ocorrência na Rua Rio Branco, no centro de Apucarana. No local, em contato com a solicitante, Sra. M A B, de 53 anos, e com o médico responsável, Dr. L H S A, de 26 anos, a situação foi detalhadamente relatada.
Conforme o prontuário de evolução pediátrica, a menor estava internada desde o dia 29 de abril de 2026 para tratamento e cuidados específicos. Na data do ocorrido, a genitora demonstrou insatisfação com a manutenção do internamento da filha no hospital em Apucarana.
Profissionais de saúde relataram que a mãe agiu de forma agressiva verbalmente, utilizando um aparelho celular para filmar a equipe médica e exigindo a alta imediata da criança. Mesmo após ser devidamente orientada pelo corpo médico sobre os riscos à saúde da filha e a ausência de condições clínicas para a dispensa, a Sra. N evadiu-se do hospital.
A retirada da menor ocorreu sem qualquer autorização formal da equipe médica ou a assinatura de um termo de responsabilidade, procedimento padrão em casos de alta a pedido e de risco potencial à saúde do paciente.
Diante da evasão hospitalar e do potencial risco à integridade da criança, as autoridades foram prontamente acionadas. Foi constatado que tanto a paciente quanto a genitora são residentes no município de Rio Bom, Paraná.
Para garantir a segurança e o bem-estar da menor, o Conselho Tutelar do município de Rio Bom foi devidamente notificado. O órgão está ciente do caso e responsável pelas providências de fiscalização e proteção no endereço de origem da família.
A equipe policial que atendeu à ocorrência realizou as orientações cabíveis aos funcionários da unidade de saúde, reforçando os procedimentos a serem seguidos em situações semelhantes. O caso segue sob acompanhamento das autoridades competentes para assegurar a proteção da criança e a correta aplicação das medidas necessárias.
Tribuna Digital
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