Em Apucarana, no norte do Paraná, um caso chocante de violência doméstica veio à tona na noite de 20 de abril de 2026. Por volta das 18h57, a Polícia Militar foi acionada via 190 para atender uma ocorrência na Rua Grande Alexandre, no bairro Vila Nova. A vítima, uma mulher de 59 anos, relatou que seu filho, um homem de 41 anos e usuário de drogas, a agrediu fisicamente após uma discussão familiar.
Tudo começou no início da noite, quando a mãe havia dado um agasalho de presente ao filho. Durante o desentendimento, o autor, visivelmente agitado, empurrou a idosa com força. Ela bateu a cabeça na parede, sofrendo lesões que provocaram forte dor de cabeça. Desesperada, a vítima procurou atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local, onde recebeu medicação e cuidados iniciais.
Ao retornar para casa, a mulher descobriu que o filho havia sumido com o agasalho – o presente que ela lhe dera. Indignada e ainda com as sequelas da agressão, ela ligou para a polícia, informando também sobre o histórico de dependência química do agressor. A equipe da PM chegou rapidamente ao local e fez contato com a solicitante, que confirmou todos os detalhes.
O filho, ao ser questionado, apresentou comportamento errático: estava bastante agitado e desviava o assunto, falando de temas irrelevantes em vez de se explicar sobre o ocorrido. Diante das evidências, da vontade expressa da vítima em representar criminalmente contra ele e do laudo médico colhido na UPA – que atestou as lesões corporais –, os policiais deram voz de prisão ao autor.
Tanto a vítima quanto o agressor foram encaminhados à 17ª Subdivisão Policial (SDP) para os procedimentos legais cabíveis, incluindo registro de boletim de ocorrência por lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar contra mulher.
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