Na noite de 5 de novembro de 2025, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de agressão doméstica na Rua Merces, bairro Jardim Curitiba, em Apucarana, Paraná. Uma vizinha denunciou que seu vizinho estaria agredindo a própria mãe dentro de casa e tentando pegar uma faca. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima nos fundos da residência e o agressor, um homem de 33 anos, escondido no banheiro.
Mesmo após a ordem para sair de costas com as mãos na cabeça, o autor desobedeceu, mantendo a mão direita atrás do corpo e apresentando estado de agitação. Para garantir a segurança da equipe e da vítima, foram disparados dois dardos de arma eletroeletrônica de incapacitação neuromuscular (Taser), o que cessou a resistência do agressor. Mesmo assim, ele precisou ser algemado, devido ao risco de fuga.
A vítima, uma mulher de 58 anos, relatou que o filho estava agressivo, discutiu com a filha de 8 anos e proferiu insultos contra a mãe, chamando-a de “vagabunda” e “pilantra”. Após sentar-se para fugir das agressões, ela foi atingida nas pernas com uma toalha de banho enrolada pelo agressor. Ao tentar ligar para a polícia, teve o celular arrancado da mão e jogado em uma plantação de soja próxima.
A equipe policial deu voz de prisão ao homem, que foi encaminhado à UPA para retirada dos dardos e depois conduzido à 17ª Subdivisão Policial para os procedimentos legais. O caso reforça a gravidade da violência doméstica e a necessidade de rápida intervenção das autoridades.

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