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Domingo, 03 de Maio 2026
Mulher é agredida com capacete por companheiro ciumento em Apucarana
Policial

Mulher é agredida com capacete por companheiro ciumento em Apucarana

Vítima de 32 anos é atingida na cabeça durante discussão por ciúmes e depende de veículo para filho com necessidades especiais

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Uma ocorrência de violência doméstica chocou moradores do Loteamento Residencial Jacaná, em Apucarana, no norte do Paraná, na madrugada desta sexta-feira (2). Por volta das 00h45, a Polícia Militar foi acionada via Central de Operações para o endereço na Rua Maria da Conceição de Oliveira. No local, os policiais encontraram a vítima, identificada como P. S. C., de 32 anos, que relatou os detalhes da agressão sofrida pelo companheiro, D. S. P., de 31 anos.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito chegou à residência em visível estado de embriaguez. Ao visualizar mensagens de um ex-companheiro no celular da vítima, ele iniciou uma acalorada discussão motivada por ciúmes. A situação escalou quando D. S. P. anunciou que deixaria o local levando o veículo da família. Desesperada, a mulher tentou impedir a ação, já que depende do carro para transportar o filho do casal, que possui necessidades especiais e requer locomoção constante para tratamentos e rotinas diárias.

Nesse momento, o agressor pegou um capacete e desferiu um golpe na região da cabeça da vítima, que caiu ao solo. A genitora da mulher, presente no local, prestou os primeiros socorros. Questionada pelos PMs, P. S. C. informou que não apresentava lesões graves a ponto de exigir atendimento médico imediato, recusando encaminhamento ao hospital. "Ele estava fora de si pelo álcool e pelo ciúme. Eu só queria proteger meu filho", teria dito a vítima aos policiais, conforme o registro.

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Após a agressão, o suspeito fugiu em uma motocicleta Honda Twister preta, sem que fosse possível anotar a placa. A equipe policial realizou buscas nas imediações, mas não o localizou. A moradora foi orientada sobre os procedimentos legais cabíveis, como registro de boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher e medidas protetivas de urgência, previstas na Lei Maria da Penha.

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