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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
Mulher é presa em Cambira após esfaquear e matar o marido

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Mulher é presa em Cambira após esfaquear e matar o marido

Vítima de 41 anos foi encontrada já sem vida; autora resistiu à prisão e ameaçou policiais

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Na noite desta sexta-feira, 28 de junho de 2025, a cidade de Cambira foi palco de um homicídio qualificado que culminou na prisão de uma mulher de 37 anos, acusada de esfaquear e matar o próprio marido, de 41. A ocorrência mobilizou equipes policiais e de socorro.

A Polícia Militar foi acionada via rádio para atender a uma ocorrência de homicídio. Ao chegarem ao local, na Avenida Brasil, Centro de Cambira, equipes do SAMU já prestavam atendimento à vítima, que não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado. A identidade da vítima e da autora não foram divulgadas, mas foi confirmado que eram conviventes.

De posse das características da suspeita – loira, vestindo cropete verde e shorts –, e com uma foto repassada por testemunhas, a equipe policial iniciou as buscas. A mulher foi localizada em uma conveniência nas proximidades, ingerindo bebida alcoólica.

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Ao ser abordada, a suspeita demonstrou resistência, desobedecendo às ordens para largar o copo e sair do local com as mãos na cabeça. Em um momento de distração da autora, um policial visualizou a faca, arma do crime, em sua cintura. A mulher foi rapidamente imobilizada e desarmada.

Durante o processo de algemamento, devido à sua agressividade e receio de fuga, a autora continuou desacatando as ordens e ameaçou os militares, afirmando possuir outra faca e que os mataria. Diante do risco iminente, foi necessário o uso seletivo da força para deitá-la ao chão até que pudesse ser conduzida à viatura. A revista pessoal subsequente não encontrou outras armas.

A suspeita foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Apucarana para avaliação clínica, onde a equipe médica constatou escoriações leves no joelho esquerdo, sem ferimentos graves. A documentação produzida na UPA confirmou o estado agressivo e pouco colaborativo da autora. Já na delegacia, ela alegou que os ferimentos foram causados pela briga com o convivente.

Seus direitos constitucionais foram garantidos, mas a mulher, visivelmente alterada, optou por não se pronunciar sobre o crime. A faca utilizada no homicídio foi apreendida e lacrada, e a autora foi encaminhada à 17ª Subdivisão Policial (SDP) para as providências cabíveis.

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