Na tarde do dia 8 de dezembro de 2025, uma operação policial foi desencadeada no Jardim Ponta Grossa, em Apucarana (PR), após a equipe de manutenção da empresa Sanepar localizar um invólucro suspeito durante serviços em uma subestação da Rua Octávio de Sá Barreto, número 565. O objeto, medindo cerca de 25 cm e envolto em papel alumínio, levantou suspeitas de ser uma substância entorpecente ou um artefato explosivo.
O supervisor da equipe, de 48 anos, prontamente comunicou a Polícia Militar, que compareceu ao local para atendimento e preservação da área. A inspeção inicial revelou que o papel alumínio estava danificado e parcialmente aberto, apresentando fragmentos esfarelados no chão com textura semelhante à borracha e um odor característico de menta. Devido à suspeita da natureza perigosa do objeto, foi acionado o Oficial de Comunicação da Polícia Militar para contatar o Batalhão de Operações Especiais (BOPE), responsável pela desativação de possíveis bombas.
O esquadrão antibombas analisou os detalhes fornecidos, como textura, odor e invólucro, e concluiu que o material era poliuretano (PU), um composto químico comum na construção civil, descartando assim qualquer risco de explosão ou toxicidade. Em seguida, foi elaborado um boletim policial detalhando toda a ocorrência, que foi encaminhado ao Oficial CPU e ao BOPE para registro e controle. O supervisor da Sanepar recebeu orientações sobre o descarte correto do material encontrado, garantindo a segurança da equipe e da população local.
Esse episódio destaca a importância da comunicação rápida e do trabalho conjunto entre empresas e forças de segurança para lidar com situações potencialmente perigosas, minimizando riscos e mantendo a tranquilidade na comunidade.

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