A cada Copa do Mundo, o Brasil para para acompanhar a amarelinha em campo, um hábito que une apaixonados por futebol de norte a sul do país. Contudo, em 2026, a maior edição do torneio, com 48 seleções participantes, dará oportunidade inédita a quatro países que nunca haviam disputado uma Copa do Mundo. Entre esses estreantes está Curaçao, que será a menor nação do Mundial, com cerca de 160 mil habitantes, algo aproximado ao tamanho da cidade de Curitiba, e curiosamente sua equipe não terá nenhum jogador nascido no território do país.
Outro adversário inédito é Uzbequistão, que curiosamente é um país mais jovem que o lateral esquerdo da seleção brasileira, Alex Sandro. Jordânia, que participou pela primeira vez das eliminatórias em 1986, também fará sua estreia, assim como Cabo Verde, que será a segunda menor nação a pisar em um Mundial.
Além dos novatos, o Haiti retorna após 52 anos ausente, sinalizando uma redescoberta no cenário do futebol mundial, seguido pelo retorno de seleções tradicionais como Escócia, Áustria e Noruega, que não jogavam uma Copa desde 1998. A expectativa agora se volta para a disputa das últimas seis vagas, definidas por repescagens, com quatro para o continente europeu e duas para outras regiões do planeta. Essa expansão e renovação ampliam o alcance global do Mundial, trazendo novos sonhos e desafios para seleções emergentes e veteranas.

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