Em Apucarana, no norte do Paraná, uma colaboradora de uma empresa localizada na Avenida Aviação, no bairro Vila Nova, foi presa em flagrante na noite de 16 de dezembro de 2025 por furto qualificado. O caso veio à tona após o gerente da loja acionar a polícia por volta das 18h11, relatando o desvio de R$ 299 em dinheiro do caixa.
Segundo o boletim de ocorrência, o gerente confrontou a suspeita após notar irregularidades. A mulher, identificada apenas como colaboradora da empresa, admitiu o crime por escrito, confessando ter subtraído a quantia. Durante a conversa, ela não negou os fatos e, ao ser questionada, retirou das próprias carteira notas de R$ 20 marcadas com a letra "A". Essas marcações haviam sido feitas previamente pelo gerente e colocadas no caixa como medida de segurança para rastrear possíveis desvios.
A suspeita revelou que já havia realizado retiradas em espécie em datas anteriores, o que levantou suspeitas. Indagada sobre os motivos, limitou-se a dizer que "estava precisando de dinheiro", sem fornecer detalhes adicionais. A polícia confirmou a materialidade do delito com a confissão manuscrita e as notas apreendidas, acondicionadas em envelope lacrado.
Diante das evidências, foi dada voz de prisão à mulher, que foi encaminhada à 17ª Subdivisão Policial (SDP) para as providências cabíveis. O gerente prestou depoimento detalhado, reforçando que as marcações nas cédulas foram cruciais para comprovar o furto.
O furto qualificado, previsto no artigo 155, §4º, do Código Penal, agrava a pena quando há abuso de confiança, como no caso de empregados que desviam bens do empregador. Autoridades investigam se há outros envolvidos ou desvios adicionais. O caso ganha relevância em um contexto de aumento de furtos internos em comércios, segundo dados recentes da Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

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