Na noite de quinta-feira, 23 de abril de 2026, por volta das 19h30, a Polícia Civil do Paraná, através da Delegacia de Faxinal, realizou a prisão de uma mulher de 37 anos, identificada pelas iniciais J.C.S., na Rua Amazonas, em Borrazópolis. A operação foi conduzida pela equipe de Vigilância e Captura, sob o comando do delegado Ricardo Mendes, cumprindo mandado de prisão expedido por sentença penal condenatória transitada em julgado.
A condenada foi sentenciada a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado pelo crime de lesão corporal grave. O caso remonta a cerca de cinco anos, quando uma criança recém-nascida sofreu fratura no crânio e foi atendida no hospital de Borrazópolis. A situação gerou imediato acionamento policial e investigação sobre suspeita de agressão. Juliana, nome completo da acusada, negou veementemente as acusações na época, alegando que a lesão resultara de uma queda acidental. Apesar disso, a Justiça, ao final do processo penal, concluiu que o ferimento provenia de lesão corporal intencional, resultando na condenação definitiva.
Após a captura, J.C.S. foi levada ao hospital local para exame de lesão corporal (exame de corpo de delito), procedimento padrão em prisões. Em seguida, foi encaminhada à carceragem da cadeia pública de Faxinal, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. Mesmo presa, a mulher mantém a versão de inocência, insistindo que não cometeu agressão contra a criança.
O delegado Ricardo Mendes destacou a importância da persistência na fiscalização de mandados para garantir a aplicação da lei. "A ação demonstra o compromisso da Polícia Civil em dar cumprimento às decisões judiciais, independentemente do tempo decorrido", afirmou. O caso choca a comunidade local, que acompanhou os desdobramentos ao longo dos anos, e reacende debates sobre violência doméstica e proteção infantil no Paraná.
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