Uma tragédia chocou a comunidade do Jardim Florestal, em Jardim Alegre, na noite de 22 de janeiro de 2026. Por volta das 22h26, a equipe do Samu foi acionada via Copom para apoiar a Polícia Civil em um atendimento de local de morte. No endereço de uma estrada rural, a família descobriu um homem afogado em um tanque de lavar roupas, já em óbito.
De acordo com relatos dos irmãos da vítima, identificada apenas como [nome censurado nos autos], eles chegaram em casa e o encontraram com as pernas apoiadas no chão e o corpo caído para trás, com a cabeça submersa na água do tanque. A irmã e o irmão relataram à equipe que o homem não comia há dois dias, bebendo apenas líquidos, o que pode indicar um quadro de debilidade prévio. Desesperados, os familiares retiraram o corpo da água, cobriram-no com um lençol no chão da área externa da casa e tentaram reanimá-lo, sem sucesso.
Ao chegar ao local, os socorristas confirmaram a morte do indivíduo, visualizando o corpo na área da residência. A cena foi preservada pelas autoridades presentes: Polícia Civil, Instituto Médico Legal (IML) e Polícia Científica. O corpo foi removido e encaminhado ao IML de Ivaiporã para exame de necropsia e demais providências investigativas, que apurarão as circunstâncias exatas do afogamento.
O caso expõe a fragilidade de situações domésticas em áreas rurais, onde tanques de lavar roupas são comuns e representam risco, especialmente para pessoas em vulnerabilidade física. A Polícia Civil deve investigar se houve negligência, agravamento de saúde ou outro fator contribuinte. A família, ainda abalada, aguardou as equipes em meio ao desespero.
Autoridades reforçam a importância de monitoramento de entes queridos com problemas de saúde ou alimentação irregular, prevenindo acidentes semelhantes.
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