O Alistamento Militar para 2026 começa nesta quinta-feira (1º) e prossegue até 30 de junho. O serviço é obrigatório para todos os jovens brasileiros do sexo masculino que completarem 18 anos em 2026, incluindo os que residem no exterior. Pela segunda vez consecutiva, mulheres na mesma faixa etária podem se alistar voluntariamente.
Realizado gratuitamente, o processo é gerenciado pelo Ministério da Defesa, que destaca a importância de formar uma reserva estratégica de pessoal qualificado para defesa nacional e ações de apoio. Em 2025, mais de 1 milhão de homens e cerca de 34 mil mulheres se alistaram para o serviço no ano seguinte. Quem perder o prazo enfrentará multa e só concorrerá à seleção em 2027; para mulheres, não há prorrogação.
Como se alistar
Os interessados podem se inscrever online no site Alistamento Online, acessível via Gov.br, inclusive para residentes no exterior. Sem internet, compareça a partir de 2 de janeiro a uma Junta de Serviço Militar (JSM) próxima, com certidão de nascimento ou casamento, RG ou CTPS e comprovante de residência recente. Encontre endereços aqui.
Alistamento feminino
São 1.467 vagas em 145 municípios de 21 estados e no DF: 1.010 no Exército, 300 na Aeronáutica e 157 na Marinha. Após incorporação, o Serviço Militar Inicial dura 12 meses, com possibilidade de prorrogação por até oito anos.
Pessoas com deficiência
Jovens com condições impeditivas podem pedir isenção na JSM, apresentando laudos médicos com CID, assinatura e CRM do profissional. Em casos graves, representantes legais atuam com documentação comprobatória. Mais detalhes aqui.
Próximas etapas
Após o alistamento, o cidadão recebe o Certificado de Alistamento Militar (CAM) e acompanha o site para dispensas ou seleções no segundo semestre. Incluem exames médicos, testes físicos e entrevistas. Dispensados participam de juramento à bandeira para o Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI). Os selecionados seguem para designação e incorporação em 2027, com serviço de um ano.
Consequências do não alistamento
Homens que ignorarem a obrigação ficam impedidos de tirar passaporte, entrar em concursos públicos, se matricular em universidades, assinar contratos governamentais e mais.
O Ministério planeja expandir vagas femininas nos próximos anos. Fique atento ao site oficial para atualizações.

Comentários: