Em Kaloré, no norte do Paraná, uma discussão acalorada entre uma gestante e outra mulher marcou a noite de 12 de dezembro de 2025, no Hospital Municipal. O incidente, registrado pela Polícia Militar às 17h05, ocorreu na Rua Onice Melo Souza, no Centro da cidade, e envolveu ameaças verbais em meio a um atendimento médico de rotina.
Tudo começou quando a gestante, identificada apenas pelas iniciais C., aguardava consulta no pronto-socorro. De acordo com o boletim de ocorrência, uma mulher conhecida pelas iniciais E. S. se aproximou dela e passou a proferir ameaças. Testemunhas, incluindo a enfermeira N. F. R., relataram que E. S. apresentava claros sinais de embriaguez, o que agravou a situação e gerou uma briga verbal intensa. Funcionários do hospital intervieram rapidamente para separar as partes e acalmar os ânimos, evitando que o confronto escalasse para agressões físicas.
Ambas as envolvidas foram retiradas do local de forma espontânea, sem necessidade de condução policial imediata. A enfermeira confirmou à equipe da PM que a gestante planejava registrar boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil para formalizar queixa contra E. S., por ameaças e perturbação. A natureza do atendimento foi classificada como "policiamento presença", com os militares orientando a equipe de saúde sobre procedimentos e retornando ao patrulhamento ostensivo.
O caso reflete desafios comuns em unidades de saúde públicas, onde o consumo de álcool pode comprometer a segurança de pacientes vulneráveis, como gestantes. Até o momento, não há informações sobre prisões ou medidas judiciais adicionais, mas a PM reforça a importância de denúncias formais para coibir esse tipo de comportamento. Autoridades locais monitoram a situação para prevenir reincidências.

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