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Sabado, 17 de Janeiro de 2026
Casos de violência doméstica crescem em Ivaiporã

Policial

Casos de violência doméstica crescem em Ivaiporã

Ocorrências registradas pela PM expõem agressões físicas e ameaças contra mulheres na cidade paranaense

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Em uma noite marcada por tensão e medo, a Polícia Militar de Ivaiporã, no Paraná, registrou três casos graves de violência doméstica e familiar contra mulheres, todos ocorridos na noite de 9 de janeiro de 2026. As situações, concentradas em bairros centrais e periféricos, envolvem agressões físicas, ameaças com arma branca e tentativas de estrangulamento, destacando a vulnerabilidade das vítimas em relações íntimas recentes ou estabelecidas. Apesar das buscas intensas, nenhum dos agressores foi localizado até o momento, e as vítimas receberam orientações e abrigos temporários.

O primeiro incidente foi reportado por volta das 20h18, na Rua Marginal, em Belo Horizonte – bairro Ivaiporã. Uma mulher abordou policiais em um posto de abastecimento, desesperada, relatando que seu convivente, com quem vivia há apenas duas semanas, a agrediu fisicamente e a ameaçou com uma faca. A equipe se dirigiu à residência da vítima, mas o suspeito já havia fugido. O pai do agressor, que possuía chave do imóvel, ajudou na retirada dos pertences dela, escoltado pelos PMs, que o levaram até a casa de familiares em Jardim Alegre. Buscas foram realizadas sem sucesso, e a vítima recusou atendimento médico, priorizando apenas sair do local. Um boletim de ocorrência único (BOU) foi lavrado para formalizar o caso.

Menos de duas horas depois, às 21h41, na Avenida Piauí, no Centro de Ivaiporã, outra ocorrência de lesão corporal motivou acionamento da central de polícia. A vítima contou que seu convivente iniciou uma discussão ao chegar em casa. Quando ela tentou proteger o filho, o homem a agrediu, causando dor no pescoço – embora ela não soubesse explicar exatamente como a lesão ocorreu. Policiais de várias viaturas patrulharam a área em busca do autor, mas não o encontraram. Orientada sobre direitos e medidas protetivas, a mulher optou por permanecer em casa, recusando abrigo alternativo. O boletim foi registrado para providências futuras.

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Quase simultaneamente, às 21h45, na Avenida Paraíba, também no Centro, uma terceira vítima acionou a PM relatando ameaças e perseguição por seu amásio após briga. O suspeito tentou aplicar um "mata-leão" nela, que fugiu e se abrigou no local da ocorrência. Patrulhamento foi imediato, mas infrutífero. Sem parentes ou amigos para recorrer, a equipe levou a mulher a uma casa de passagem, onde o funcionário a acolheu após explicações. Ela foi orientada sobre passos legais, como medidas protetivas de urgência.

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