Ivaiporã, no Paraná, enfrentou um temporal severo na tarde deste domingo (22 de março de 2026), com chuvas intensas e rajadas de vento que derrubaram árvores, galhos e até um poste energizado. O fenômeno climático pegou moradores de surpresa, especialmente na região da Avenida Souza Naves, próximo à Seab e à Apae, onde os danos foram mais evidentes. Árvores caídas obstruíram vias e causaram transtornos generalizados, demandando ação imediata das equipes de resgate.
Bairros como Vila Santa Terezinha e Jardim Iporã, localizados na mesma área central da cidade, registraram relatos de prejuízos significativos. Moradores descreveram cenas de caos: galhos espalhados pelas ruas, energia interrompida e uma residência que teve o telhado arrancado pela força dos ventos. "Foi um vendaval impressionante, o telhado voou como se fosse papel", contou um vizinho à reportagem, destacando o pânico momentâneo na vizinhança.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para lidar com as emergências. Um dos incidentes mais graves envolveu a queda de um poste energizado diretamente sobre um veículo estacionado. Felizmente, a Copel agiu rápido, desligando a rede elétrica, e os ocupantes do carro foram resgatados ilesos. Até o momento, os bombeiros contabilizaram pelo menos três chamados relacionados à remoção de árvores caídas, com equipes ainda em campo para liberar as áreas afetadas.
A Defesa Civil municipal iniciou um levantamento detalhado dos estragos, com o objetivo de mapear todas as ocorrências e identificar possíveis danos mais sérios, como infiltrações ou estruturas comprometidas. Agentes percorreram os bairros atingidos, conversando com residentes e avaliando a segurança das vias públicas. "Estamos priorizando a limpeza e a prevenção de acidentes secundários", informou um representante da Defesa Civil.
Apesar do cenário de destruição, não há registros oficiais de feridos ou vítimas fatais. O temporal, que durou cerca de uma hora, serviu de alerta para a população sobre os riscos de eventos climáticos extremos na região. Autoridades recomendam que moradores evitem áreas com árvores instáveis e mantenham contato com os serviços de emergência pelo 193 (Bombeiros) ou 199 (Defesa Civil).
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