O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos Estados Unidos, general Daniel Caine, revelou neste sábado (3) os detalhes da operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro, presidente deposto da Venezuela, e de sua esposa, Cilia Flores. Em declaração à imprensa, Caine descreveu a ação, batizada de Operação Resolução Absoluta (Operation Absolute Resolve), como uma missão audaciosa planejada por meses, com integração extrema entre agências de inteligência como CIA e NSA.
O ataque foi deflagrado na noite de sexta-feira (2), às 22h46 no horário do Leste dos EUA, após ordem direta do presidente Donald Trump, que desejou "boa sorte e que Deus os acompanhe" às tropas. Mais de 150 aeronaves — incluindo bombardeiros, caças, plataformas de inteligência e helicópteros — decolaram de 20 bases no Hemisfério Ocidental, mobilizando milhares de horas de experiência militar.
Agentes de inteligência mapearam minuciosamente a rotina de Maduro: onde vivia, viajava, comia, vestia e até seus animais de estimação. Em dezembro, as forças já estavam em prontidão. Às 2h01, horário da Venezuela, equipes especiais invadiram o complexo na região central de Caracas. Alvo de tiros iniciais, responderam com fogo "esmagador em legítima defesa". Maduro e Cilia se renderam sem resistência, sem perdas americanas. Uma aeronave foi atingida, mas todas retornaram em segurança. Inteligência em tempo real guiou as equipes pelo terreno complexo, protegidas por aviação tática.
Atualmente, o casal está custodiado em um navio da Marinha dos EUA, rumando a Nova York, onde enfrentarão indiciamento do Departamento de Justiça. O secretário de Defesa, Peter Hegseth, exaltou a "coordenação, furtividade, letalidade e precisão" da operação, em tom ameaçador: "Maduro passou do limite, como o Irã. Trump leva a sério a interrupção de gangues e violência contra os EUA".
Caine enfatizou que as forças americanas permanecem na região em alto estado de prontidão para defender interesses. Trump já anunciou que os EUA governarão a Venezuela temporariamente, até uma "transição segura".

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