Uma ocorrência de lesão corporal por arma branca foi registrada na madrugada do dia 12 de outubro de 2025, no Centro de Apucarana, após solicitação de um hospital que informava a entrada de uma vítima de ferimento por faca. A natureza do atendimento apontava para uma briga de casal que escalou para a violência extrema.
Ao fazer contato com a vítima no hospital, um homem cuja identidade não foi revelada, ele narrou os fatos que levaram aos ferimentos. Segundo seu relato, ele teve uma discussão acalorada com sua namorada. O motivo central do conflito, como é comum em muitos casos de violência interpessoal, foi o ciúme. Durante o desentendimento, a situação fugiu do controle, e a namorada desferiu golpes de faca contra ele. Os ferimentos atingiram seu braço e sua boca, necessitando de atendimento médico de emergência.
A equipe médica do hospital confirmou que os ferimentos foram tratados e que o paciente, apesar da gravidade da lesão por arma branca, não corria risco de morte. A vítima recebeu os cuidados necessários e estava estável. A agressora, por sua vez, não estava no local do atendimento e se evadiu logo após cometer o crime.
Apesar da seriedade da agressão e da natureza das lesões causadas, a vítima manifestou à equipe policial sua decisão de não representar criminalmente contra a namorada, autora dos golpes. Diante da ausência de interesse em representação por parte da vítima, o que é fundamental para a continuidade da ação penal em casos de lesão corporal leve ou de lesão corporal culposa, a equipe policial procedeu apenas com a orientação sobre os procedimentos legais cabíveis, o registro do Boletim de Ocorrência (B.O.), e o encerramento da ocorrência no hospital. O caso, entretanto, fica registrado nos anais da polícia como um exemplo da perigosa mistura de ciúmes e violência em relacionamentos.
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