Em um episódio que expôs tensões familiares e possíveis questões de saúde mental, a Polícia Militar de Faxinal, no Paraná, foi acionada na tarde de 21 de janeiro de 2026 para atender uma ocorrência na Rua Roquete Pinto, no centro da cidade. O chamado, registrado às 15h52 pelo sistema SADE (Sistema de Atendimento de Denúncias e Emergências), partiu de uma moradora que alegou estar sendo ameaçada por sua própria filha, em meio a um suposto surto psicótico.
Segundo o boletim de ocorrência, a solicitante descreveu uma situação alarmante: sua filha, em estado alterado, a teria ameaçado inicialmente com um punhal e, em seguida, com uma faca, impedindo que ela entrasse na residência. A equipe policial chegou rapidamente ao endereço, encontrando a casa aberta, mas completamente vazia. Não havia sinal da suposta agressora nem de qualquer outra pessoa no local, o que levantou dúvidas sobre a veracidade imediata do relato.
Minutos após a chegada dos agentes, a moradora entrou em contato novamente com a equipe. Durante a conversa, ela passou a relatar fatos desconexos e incoerentes, o que reforçou suspeitas sobre seu histórico. A PM destacou que a mulher é conhecida no meio policial por episódios anteriores envolvendo "confusões mentais", sugerindo que transtornos psiquiátricos possam estar por trás do incidente. A filha, mencionada como autora das ameaças, não foi localizada nem se apresentou durante o atendimento.
Diante da ausência de evidências concretas de violência ou presença da suspeita, os policiais optaram por orientar a solicitante sobre os procedimentos cabíveis e finalizaram o boletim sem prisões ou medidas coercitivas.
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