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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026
Polícia prende três por tráfico durante busca por costureira desaparecida em Apucarana

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Polícia prende três por tráfico durante busca por costureira desaparecida em Apucarana

Operação no Jardim Colonial apreende drogas, mas não localiza Cíntia Aparecida; investigações sobre o paradeiro da mulher continuam

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rês pessoas foram presas por tráfico de drogas na tarde de sexta-feira (6), no Jardim Colonial, em Apucarana. As prisões ocorreram durante diligências da Polícia Civil relacionadas ao desaparecimento de Cíntia Aparecida Silvério da Costa, 31 anos, que não é vista desde o dia 25 de maio.

A operação foi desencadeada após uma denúncia anônima que indicava que Cíntia poderia estar em cárcere privado em uma residência na região. De acordo com o delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial (17ª SDP) de Apucarana, Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, o local já era conhecido como ponto de tráfico.

“No local indicado, encontramos três pessoas preparando e comercializando drogas”, afirmou o delegado. Os suspeitos tentaram fugir durante a abordagem, mas foram detidos pelos agentes da 17ª SDP e da Delegacia da Mulher. Uma quantidade significativa de drogas foi apreendida no imóvel.

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Apesar das prisões, a denúncia sobre o paradeiro de Cíntia Aparecida não se confirmou no local. “A denúncia não se confirmou com relação à vítima desaparecida, mas conseguimos prender os envolvidos por tráfico e recolher material ilícito”, disse Marcus Felipe. Os três presos foram encaminhados à 17ª SDP.

Mistério sobre o paradeiro de Cíntia persiste Cíntia Cristina Silveira da Costa, costureira e mãe de três filhas (de 4, 7 e 11 anos), está desaparecida há quase duas semanas. Segundo sua mãe, Silvia Regina Silveira da Costa, não há pistas concretas sobre seu paradeiro.

Cíntia foi vista pela última vez na madrugada de 25 de maio, um domingo, em uma boate na Avenida Governador Roberto da Silveira, na região da Barra Funda, em Apucarana. Ela estava acompanhada da prima e de amigas, e deixou o estabelecimento com um homem ainda não identificado.

A delegada Luana Lopes, da Delegacia da Mulher, que está à frente do caso, informou que “todas as pistas estão sendo seguidas, mas em nenhuma delas era a Cíntia”. A família vive momentos de angústia. Cíntia é viúva há oito meses, e as crianças sentem muito a falta da mãe. “A mais velha sabe que ela está desaparecida. Mas para as pequenas eu disse que a mãe está trabalhando. As crianças estão chorando muito pedindo a mãe. Muito difícil, mas tenho esperança de encontrar ela bem. Tenho fé”, desabafou Silvia.

As investigações sobre o desaparecimento de Cíntia Aparecida Silvério da Costa continuam.

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