Na manhã desta quarta-feira, 8 de abril de 2026, um princípio de incêndio mobilizou os bombeiros no Colégio Estadual Heitor Cavalcante de Alencar Furtado, situado no Núcleo Habitacional João Paulo I, em Apucarana, no norte do Paraná. O incidente, ocorrido por volta das primeiras horas do dia, envolveu um retroprojetor defeituoso, que gerou fumaça e chamas iniciais em uma das salas da instituição.
De acordo com o subtenente Camilo, do 11º Grupamento de Bombeiros de Apucarana, a equipe foi acionada rapidamente após o alerta. No entanto, ao chegarem ao local, os próprios funcionários da escola já haviam controlado as chamas com extintores disponíveis, demonstrando agilidade e preparo. "A resposta rápida dos servidores evitou que o fogo se alastrasse", destacou o militar.
Como protocolo de segurança, todos os alunos foram evacuados de forma organizada e levados para uma área externa segura, longe de qualquer risco. Ninguém se feriu, e as aulas foram suspensas temporariamente para inspeção. Os bombeiros realizaram uma vistoria minuciosa no local, constatando que não havia perigo de reignição das chamas nem danos estruturais graves.
A principal recomendação dos profissionais foi a contratação imediata de um eletricista qualificado para uma análise completa do sistema elétrico da escola. "Só após essa verificação é que a energia deve ser religada, para evitar novos acidentes", orientou o subtenente Camilo. A direção do colégio informou que seguirá as instruções à risca, priorizando a segurança de estudantes e equipe.
O episódio reforça a importância de manutenção preventiva em equipamentos escolares, especialmente em retroprojetores antigos, comuns em unidades públicas. A Secretaria de Educação do Paraná foi notificada e deve acompanhar as providências. A comunidade local respirou aliviada com o desfecho sem vítimas, mas o caso serve de alerta para fiscalizações mais rigorosas em prédios educacionais.
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