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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2026
Casos de violência doméstica continuam em alta em Apucarana

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Casos de violência doméstica continuam em alta em Apucarana

Violência Doméstica e Conflitos Familiares Preocupam PM no Paraná

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Em 16 de janeiro de 2026, a Polícia Militar de Apucarana, no norte do Paraná, registrou três ocorrências distintas de ameaças, duas delas enquadradas como violência doméstica e familiar contra mulheres. Os incidentes, concentrados na tarde e início da noite, destacam a persistência de conflitos familiares agravados por álcool, desentendimentos e questões de custódia, demandando intervenções rápidas das autoridades.

O primeiro caso ocorreu às 15h59 na Rua Manoel Bilar, no Distrito de Pirapó. A PM foi acionada por uma tia que relatou sua sobrinha, J. D. M., de 26 anos e grávida, em estado alterado e danificando pertences na residência. No local, a mãe da autora, M. N. D. M., de 64 anos, explicou que a filha passara o dia bebendo álcool e brigou fisicamente com a irmã, S. D. M., de 23 anos. J. D. M., visivelmente embriagada, desobedeceu ordens policiais e tentou fugir, mas foi levada sem algemas devido à gestação. Todas as partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil em viaturas separadas para providências.

Pouco depois, às 16h25, na Travessa Palmeiras, Vila Regina, outra ocorrência de violência doméstica envolveu uma mãe de 61 anos ameaçada pelo filho, de 34 anos. Ele gritou frases como "eu vou botar fogo nessa casa" e "vou voltar aqui e vou socar você", exigindo levar apenas o filho menor de 5 anos, alegando preferência por "filho homem". A vítima cuida de três netos dele desde dezembro e recusou, citando denúncias anteriores de abuso sexual contra as crianças pelos filhos da convivente do autor, já informadas ao Conselho Tutelar. Com histórico de agressões violentas aos menores, o suspeito fugiu em um Uno verde com a companheira. A PM patrulhou sem sucesso, orientando a vítima a registrar guarda das crianças e chamar reforços se ele retornasse.

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Às 18h25, na Avenida Curitiba, no Centro, um desentendimento vizinhal escalou para ameaça. W. S. R., de 40 anos, acusou o dono de loja em frente, J. C. B. S., de 37 anos, de proferir ameaças verbais como "vou te agredir" e "vamos nos acertar". O conflito, recorrente há um mês, surgiu porque o morador deixava o portão aberto, irritando o comerciante. Ambas as partes foram orientadas pela PM sobre procedimentos legais, prazos para representação e comprometeram-se a evitar novos atritos: o solicitante trancará o portão, e o autor não se aproximará da residência.

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