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Prefeito de Mauá da Serra convoca protesto pacífico contra praça de pedágio que divide a cidade

Autoridades locais anunciam manifestação na BR-277 para pressionar governos por mudança na localização do pórtico

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Por Tribuna Digital
Prefeito de Mauá da Serra convoca protesto pacífico contra praça de pedágio que divide a cidade
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Na tarde desta quinta-feira (12), o prefeito de Mauá da Serra, Givanildo Lopes (conhecido como Giva), o vice-prefeito Lei Machado e o presidente da Câmara, vereador Luciano “Faísca”, deram uma coletiva de imprensa para anunciar uma manifestação pacífica contra a instalação da praça de pedágio na BR-277. O ato, marcado para a próxima quarta-feira (18), feriado de Quarta-Feira de Cinzas, visa alertar autoridades federais e estaduais sobre os impactos da localização atual do pórtico, que divide o município ao meio e onera moradores da Serra do Cadeado e áreas rurais.

De acordo com Giva, a praça força residentes locais a pagarem tarifa cheia para tarefas essenciais, como acessar posto de saúde, farmácia ou supermercado na zona urbana. “É uma divisão geográfica e econômica que prejudica quem mais precisa”, criticou o prefeito. A administração defende a realocação do pedágio para após a descida da Serra, na região do Rio Preto, minimizando o impacto social.

O protesto inicia às 9h, com término previsto ao meio-dia, concentrando-se nas margens da rodovia, perto do Restaurante do Bambu e do Moranguinho. Giva enfatizou o caráter pacífico: “Não haverá bloqueio de pistas. Queremos ser ouvidos em Curitiba e Brasília”. Participantes devem estacionar na estrada de acesso à Colônia Fuji e ao aterro sanitário. A segurança conta com três viaturas da Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de Polícia Militar e Guarda Municipal.

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O prefeito questionou o modelo de cobrança. Inicialmente prometido como “Free Flow” (R$ 0,08 por km), virou tarifa fixa acima de R$ 12,00. “No bolso dos mais pobres, é um impacto enorme”, disse. Sobre isenção via subsídio municipal, explicou a complexidade: o pedágio gera R$ 250 mil mensais em ISS, usados em saúde, merenda e serviços básicos. Renunciar sem estudo técnico poderia configurar crime de responsabilidade fiscal. “Um cálculo errado deixa faltar remédio”, alertou.

Giva mencionou contato da concessionária CCR, que ameaça ações judiciais por danos, mas reafirmou o direito constitucional à manifestação ordeira. Faísca e Lei Machado reforçaram a união política em defesa da comunidade, cobrando revisão da localização ou do modelo de tarifa. A polêmica remonta a 2021, e o movimento busca mitigar os efeitos na população local.

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