Em um incidente que mobilizou equipes de socorro na noite de 7 de janeiro de 2026, uma idosa de 67 anos foi atacada por um cachorro de porte grande em Apucarana, no norte do Paraná. O episódio ocorreu por volta das 21h, na Rua Janos Dessewffy, no bairro Jardim Esperança, e foi registrado como policiamento de presença pela autoridade local.
A vítima, identificada pelas iniciais A.P.R., passeava pela rua quando o animal, que pertence à residência frontal, avançou de forma agressiva contra ela. As mordidas concentraram-se no braço direito, causando lesões corporais de natureza moderada. Testemunha do ocorrido, a solicitante G.J.M.L., de 53 anos, amiga da idosa, relatou o fato imediatamente à polícia. "O cachorro veio correndo e atacou sem provocação", descreveu G.J.M.L. em depoimento no local.
Rapidamente, a equipe do SIATE (Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência) foi acionada para prestar os primeiros socorros. A.P.R. recebeu atendimento inicial no local e, em seguida, foi encaminhada ao Hospital da Providência para avaliação médica mais detalhada e tratamento das feridas. Felizmente, não houve complicações graves reportadas até o momento, mas o caso reforça preocupações com a circulação de animais sem controle em áreas residenciais.
Agentes policiais compareceram ao endereço para registrar o boletim de ocorrência e orientar as partes envolvidas. O proprietário do cachorro foi notificado sobre a responsabilidade civil e penal por danos causados pelo animal, conforme a legislação vigente. Não foram necessárias medidas judiciais imediatas, mas as autoridades recomendaram vacinação em dia e contenção adequada do pet para evitar repetições.
Casos como esse não são isolados em Apucarana. Nos últimos meses, a região registrou aumento de denúncias envolvendo ataques de cães vadios ou mal contidos, o que levou a campanhas de conscientização pela prefeitura e entidades de proteção animal. Especialistas alertam para a importância de coleiras, focinheiras em raças agressivas e supervisão constante. "A negligência pode transformar um companheiro em risco público", enfatiza veterinário local consultado pela reportagem.

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