A Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF) da 16ª Regional de Saúde de Apucarana divulgou nesta terça-feira (16) o balanço anual de investimentos em medicamentos e vacinas, totalizando R$ 77,292 milhões. Esse montante beneficiou diretamente cidadãos dos 17 municípios sob sua abrangência, garantindo suprimentos essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Do valor total, R$ 35,8 milhões foram destinados à incorporação de novos medicamentos, como o Canabidiol e tratamentos para osteoporose, esclerose múltipla e fibrose cística. Outros R$ 31,3 milhões financiaram campanhas de vacinação, enquanto R$ 4,1 milhões cobriram componentes básicos e R$ 6 milhões atenderam a itens estratégicos, incluindo remédios para tuberculose, hanseníase, malária, insulinas NPH/Regular e toxoplasmose.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, elogiou o trabalho da equipe liderada pelo diretor Paulo Vital e pela farmacêutica Patrícia Ferman. "O empenho diário na entrega de lotes aos municípios e no atendimento direto às pessoas é exemplar", afirmou Preto, destacando os resultados alcançados graças ao apoio do governo Ratinho Junior e do Ministério da Saúde.
Paulo Vital reforçou que todas as demandas foram supridas. "A CAF distribuiu R$ 77,3 milhões em medicamentos e vacinas, com gratidão à equipe que elevou nosso patamar de atendimento", disse o diretor.
A Farmácia Especial, descentralizada, atende 29.994 pacientes em 16 municípios – exceto Apucarana, que retira remédios do Programa Paraná sem Dor na Regional. A CAF gerencia o recebimento e distribuição de componentes básicos para 14 municípios, enquanto Apucarana, Arapongas e Califórnia operam de forma autônoma. Todas as vacinas de rotina foram enviadas aos 17 municípios, com média mensal de R$ 2,61 milhões. Destaque para a nova vacina contra o vírus sincicial respiratório, incorporada para gestantes.
Este ano, a farmácia adotou horário ininterrupto das 8h às 16h, sem pausa para almoço, otimizando o acesso para trabalhadores. O agendamento online segue ativo. "Isso permite que pacientes usem o horário de almoço para retirar medicamentos", explicou Vital. A unidade foca em doenças menos prevalentes e de alto custo, reforçando o compromisso com a saúde pública regional.

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