O confronto direto teve início no dia 12 de junho, quando Israel lançou uma ofensiva inédita contra instalações nucleares iranianas. Seis alvos estratégicos foram bombardeados, resultando na morte do chefe da Guarda Revolucionária do Irã. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, justificou a ação como uma tentativa de impedir um "Holocausto nuclear".
A resposta de Teerã não tardou, com o lançamento de centenas de mísseis sobre Israel, causando mortes em Tel Aviv e Jerusalém. Nos dias seguintes, a intensidade dos ataques aéreos entre as duas nações se acentuou, levando milhares de pessoas a deixarem Teerã por medo de novos bombardeios israelenses.
A virada decisiva ocorreu com a intervenção dos Estados Unidos. Na maior ação militar contra o Irã desde 1979, a "Operação Midnight Hammer" mobilizou bombardeiros B-2, submarinos e mísseis Tomahawk para atacar as instalações iranianas de Fordow, Isfahan e Natanz, onde o enriquecimento de urânio já beirava níveis de bomba atômica. O presidente Donald Trump classificou a ação como "cirúrgica e necessária", declarando: "Ou haverá paz, ou tragédia para o Irã. Hoje foi o dia mais difícil, talvez o mais letal. Mas se a paz não vier rápido, continuaremos atacando".
A reação iraniana veio na forma de uma ameaça direta: todo americano na região se tornou alvo legítimo, e cidades como Nova York e Los Angeles entraram em estado de alerta. O mundo assistiu em choque à disparada dos preços do petróleo e ao retorno das previsões de uma recessão global.
No entanto, no final do mês, o presidente Trump anunciou um cessar-fogo entre Irã e Israel, colocando fim – pelo menos por enquanto – ao conflito direto e aliviando a tensão global.
Comentários: