A Polícia Civil do Paraná (PCPR) abriu inquérito em Francisco Beltrão, no Sudoeste do estado, para investigar maus-tratos a um cão após vídeos chocantes circularem em redes sociais. As imagens, gravadas em uma residência no bairro Presidente Kennedy, mostram uma mulher praticando atos sexuais com o animal, gerando revolta na população.
Durante interrogatório conduzido pelo delegado Julio Suñé Ferreira, a suspeita confessou a existência das filmagens. Ela alegou que os atos foram uma simulação, feita sob efeito de entorpecentes, com o objetivo de produzir conteúdo para venda em plataformas adultas e lucrar com isso. A mulher já fugiu do município, enquanto o cão, sem ferimentos visíveis ao ser localizado, foi resgatado e entregue a terceiros para cuidados.
A PCPR agora realiza diligências para verificar se houve simulação ou crime real, apurando responsabilidades. O caso destaca a crueldade animal e o uso indevido de redes sociais para disseminar material ilegal.
No mesmo dia, 15 de janeiro, o Paraná registrou crimes violentos. Em Marialva, câmeras de segurança flagraram a execução fria de um homem a tiros, chocando a comunidade pela brutalidade dos atiradores. Em Bocaiúva do Sul, uma mulher confessou atirar contra um veículo para vingar a morte do avô, mas acertou acidentalmente uma criança de dois anos, que segue em estado crítico.
A insegurança se estende além do estado: na capital paranaense e no Rio de Janeiro, um helicóptero da Cedae foi alvejado por tiros, ferindo um homem a bordo. Esses episódios reforçam o debate sobre violência urbana no Brasil.
Em meio às tragédias, há boas notícias. Uma advogada paranaense, que salvou sua família de um incêndio, apresentou melhora significativa e já respira sem aparelhos. Na ciência, a Nasa concluiu com sucesso uma missão espacial, com a tripulação aterrissando após retorno antecipado por motivos médicos.
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