O governo dos Estados Unidos aumentou para US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) a recompensa pela prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Acusado de narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína, Maduro se tornou o alvo da maior recompensa já oferecida na história do país.
A recompensa é um novo capítulo na pressão americana contra o governo venezuelano, que já dura anos. Maduro foi indiciado em 2020, durante o primeiro mandato de Donald Trump, sob acusações graves: trabalhar com cartéis de drogas para enviar cocaína misturada com fentanil para os EUA. Na época, a recompensa inicial era de US$ 15 milhões.
Sob a gestão de Joe Biden, o valor da recompensa foi aumentado para US$ 25 milhões, um montante que se igualava ao oferecido por Osama bin Laden em 2001. O recente aumento para US$ 50 milhões representa não apenas o maior valor já oferecido, mas também um sinal do aprofundamento das tensões e do empenho dos EUA em derrubar o líder venezuelano.
A decisão de subir a recompensa, que une as estratégias de dois governos americanos de espectros políticos diferentes, reforça a gravidade das acusações contra Maduro e a busca por sua captura. O presidente venezuelano é considerado um dos principais alvos da política externa americana, que busca desestabilizar o seu regime.
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