De acordo com informações divulgadas pelo Miami Herald, o presidente americano Donald Trump ofereceu ao presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua família a chance de deixarem o país com vida, desde que o fizessem imediatamente. A oferta ocorreu durante uma ligação de 50 minutos na semana passada, em que Maduro colocou duas condições para aceitar o acordo: manter o controle das Forças Armadas e obter anistia internacional.
Ambas as exigências foram rejeitadas por Trump, que também sugeriu que Maduro buscasse asilo na Rússia ou em outro país. A situação ganhou ainda mais complexidade com a declaração de Trump sobre fechar o espaço aéreo venezuelano, o que levou companhias aéreas a evitarem o país, mesmo sem uma medida oficial. Rumores sobre a fuga de Maduro para a Turquia ou Brasil circularam, mas não foram confirmados.
Enquanto isso, foi observado um aumento incomum nos pedidos da rede Domino’s próximo ao Pentágono, levantando especulações sobre uma possível operação militar em curso. Por sua vez, documentos obtidos pela Reuters revelam que a Venezuela já elaborou dois planos para o caso de uma intervenção militar dos EUA: um plano de guerrilha prolongada com sabotagens e mísseis russos posicionados pelo país; e um segundo plano que envolve a criação de caos interno em Caracas por milícias e redes de inteligência, visando tornar o governo ingovernável.
Essas movimentações indicam tensões crescentes e um cenário de instabilidade política e militar na Venezuela diante do impasse entre o governo Maduro e os Estados Unidos, com a possibilidade de intensificação dos conflitos e negociações diplomáticas ainda em aberto. A expectativa internacional permanece cautelosa diante destes acontecimentos que podem alterar o quadro geopolítico na região nos próximos meses.

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