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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026
Pai agride filha e rouba notebook em Apucarana

Policial

Pai agride filha e rouba notebook em Apucarana

Vítima de 19 anos sofre lesões e avó tem bens subtraídos em invasão domiciliar

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Em uma ocorrência chocante registrada na noite de 9 de janeiro de 2026, uma jovem de 19 anos foi vítima de agressão física por parte de seu próprio pai, em uma chácara no Núcleo Habitacional Afonso Souza Camargo, na Rua Seringueira, em Apucarana, no norte do Paraná. A Polícia Militar foi acionada por volta das 18h13 via Central de Operações e, ao chegar ao local, encontrou a vítima, identificada como I. Z. A., com lesões visíveis no braço esquerdo e na região do abdômen. Ela relatou que mora com a avó e que o agressor, S. M. A., de 48 anos, invadiu a residência sem permissão, partiu para cima dela com violência e, em seguida, entrou no quarto da idosa para subtrair um notebook e um molho com cerca de 10 chaves da casa.

A vítima descreveu à equipe policial que o pai chegou de forma inesperada, desrespeitando os limites da propriedade familiar, e consumou o ataque em um ambiente que deveria ser de proteção. As marcas de hematoma e arranhões no corpo da jovem evidenciavam a brutalidade do episódio, classificado como lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar. Após as agressões, o homem fugiu tomando rumo ignorado, deixando a vítima e a avó em estado de choque. Policiais prestaram orientações imediatas no local, recomendando que a ocorrência fosse formalizada na delegacia para instauração de inquérito, com possível prisão em flagrante caso o suspeito seja localizado.

Casos como esse expõem a fragilidade das relações familiares quando permeadas por conflitos não resolvidos, destacando a importância de medidas protetivas urgentes. A Lei Maria da Penha, que abrange violência contra mulheres em contexto doméstico, pode ser aplicada aqui, prevendo penas que vão de detenção a reclusão, além de proibição de aproximação. Autoridades reforçam que denúncias anônimas pelo 190 ou 180 são essenciais para coibir esses crimes, que muitas vezes escalam sem intervenção rápida. A avó, não diretamente agredida, viu seus pertences violados, o que agrava o trauma psicológico da família.

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